Ministério da Saúde diz que 57 pessoas morreram no Brasil do novo coronavírus

O Ministério da Saúde anunciou quarta-feira que 57 pessoas morreram do novo coronavírus no Brasil. Segundo a pasta, 2.433 pessoas foram infectadas. Ontem, houve 46 mortes e 2.201 casos confirmados, de um dia para o outro o número de mortes aumentou 24% e os casos oficiais aumentaram 10%. A taxa de mortalidade foi de 2,4%.
Em entrevista coletiva, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anunciou que o portfólio se reunirá para resumir os últimos 30 dias da doença no Brasil, por região e cidade, desde o primeiro caso confirmado no país. a taxa de crescimento da doença tem sido aproximadamente a mesma nos últimos dias.
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Mandetta chamou a atenção para o Sudeste, onde afirmou que a população por metro quadrado estava mais concentrada ", que é um dos fatores que mais nos preocuparam com a região". "Quando fazemos um teste rápido, o número de pacientes confirmados aumentará muito e o número de mortos será sempre absoluto. O número de mortos será inferior a 2,4%", disse o ministro.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do ministério, Denizar Vianna, também disse que estão em andamento estudos com medicamentos que podem ser usados ​​no tratamento da covid-19. Segundo ele, o Ministério da Saúde desenvolveu um protocolo para o uso de cloroquina por pessoas com doenças graves e hospitalizadas devido a complicações. O protocolo é de curto prazo, para ser utilizado por cinco dias em ambiente hospitalar, sob o controle de profissionais de saúde, o que permite menor toxicidade, afirmou.

"Não use este medicamento fora do ambiente hospitalar, ele deve ser administrado em condições seguras, pois durante o uso (o medicamento) pode ter alterações no ritmo cardíaco", alertou Vianna. Ele disse que o Brasil pode produzir o medicamento em larga escala e que 3,4 milhões de unidades serão enviadas amanhã aos Estados. Mandetta argumentou que, embora os estudos sobre os efeitos da droga em pacientes com covid-19 sejam frágeis, na prática o ministério "está deixando (a droga) no arsenal, a mão do profissional médico. Se ele entende que os gravemente enfermos paciente pode ser beneficiado, vamos deixá-lo ao seu alcance ".

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