Homem esfaqueia mulher até a morte e morre após ser linchado por testemunhas

 Adriana Aparecida da Silva foi morta a facadas na Vila Progresso, em Jundiaí, no interior de São Paulo - Reprodução/Facebook
A auxiliar de enfermagem Adriana Aparecida da Silva, 42 anos, foi esfaqueada até a morte nesta tarde em Vila Progresso, em Jundiaí, interior de São Paulo. O suspeito de cometer o crime é o fabricante de pneus Clayton Ribeiro, 38 anos. O homem foi linchado por testemunhas que testemunharam o ataque a Adriana e também morreu. Segundo a Guarda Municipal, a vítima estava andando de moto pela Avenida São Paulo quando foi abordado pelo homem. Adriana teria tentado escapar, mas foi atingida com pelo menos 18 facadas. "Ele tinha uma paixão por ela e não foi correspondido. Hoje, ele teria abordado Adriana para conversar e já a atacou com facadas", explica Luiz Carlos Lacerda, inspetor da Guarda Municipal. Ainda de acordo com a ocorrência, quando viram o crime, as pessoas que passavam pela avenida e moradores do bairro teriam contido o reparador de pneus e o espancado com socos e pontapés. "As pessoas ficaram indignadas e o prenderam. O suspeito foi amarrado e espancado", diz o inspetor da Guarda Municipal.
 Samu (Serviço Móvel de Emergência) foi chamado para ajudar Adriana e Clayton. A mulher foi encontrada sem vida enquanto o suspeito foi levado ao hospital, mas morreu logo após ser internado na unidade médica. O UOL tentou conversar com os parentes de Adriana, mas eles não quiseram falar sobre isso porque estavam muito abalados. Eles acabaram de relatar que a vítima e o suspeito não tinham qualquer relação e se conheciam apenas de vista.

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